Uma apresentação de " Piano Solo Improvisations" de Keith Jarrett é quase um ritual, foi assim também em abril de 2011 no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. As luzes do Municipal se apagaram, e surgiu ali o homem que improvisa sem temas pré-estabelecidos, improvisação pura, sua busca passa por trinados, hinos, acordes sombrios e por frases jazzísticas, enquanto ele toca cantarola em falsete, sapateia, toca em pé , e quando faz uma frase ou acorde que o surpreende, emite altos Óhhhhhhhhs. O encanto ritual de Jarrett no Municipal do Rio , resultou no álbum que ele trabalha agora , o mundialmente aclamado "Rio". Segundo ele mesmo, e a crítica norte-americana , ali tudo conspirou para um momento único em que se uniram o pianista e o piano, o som da sala, a "entusiástica platéia", a música brasileira (referências a Egberto Gismonti) e a alegria de viver que se respirava no ar.
Passei aqui para ouvir boa música e a conhecer mais sobre ela. Confesso que, apesar de gostar de jazz, pouco sei sobre nomes de artistas do gênero, só alguns velhos clássicos.
Venho para ver as novidades. Está sendo uma aula. Muita sensibilidade.
Olá, Samuel
ResponderExcluirPassei aqui para ouvir boa música e a conhecer mais sobre ela. Confesso que, apesar de gostar de jazz, pouco sei sobre nomes de artistas do gênero, só alguns velhos clássicos.
Venho para ver as novidades. Está sendo uma aula. Muita sensibilidade.
Abraços
Lucia Regina
wwwnarrativasbreves.blogspot.com.br
Obrigado Lúcia,e apareça mais vezes!
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